Foto por Museu do Côa | Facebook

De 6 de Junho a de 31 de Julho, a Fundação Côa Parque promove duas exposições: “O Desenho, força que nasce do silêncio” e “O Douro à tua frente”. As visitas aos núcleos de arte rupestre reabriram ao público no dia 1 de junho.

“O Desenho, força que nasce do silêncio” é uma exposição em parceria com o Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC), do artista plástico António Faria e com curadoria de Emília Ferreira. António Faria, diretora do MNAC. Apresenta uma série de trabalhos recentes sobre papel nas amplas salas do Museu do Côa, que permitem a exposição de obras de grandes formatos, “que nos envolvem por completo e que parecem quase capazes de, como diz o artista, “engolir uma pessoa”.

“O Douro à tua frente”, em parceria com a Fundação Museu do Douro, do artista plástico Sobral Centeno, “visa, necessariamente ser um hino, uma homenagem às gentes durienses, aos seus lugares de memória, aos tempos da infância do próprio Artista.”

Também as visitas tradicionais aos três núcleos de Arte Rupestre do Parque Arqueológico do Vale do Côa – Penascosa, Canada do Inferno e Ribeira de Piscos – estão reabertas ao público desde 1 de junho. Realizadas em em viaturas todo-o-terreno, respeitam a lotação máxima de dois terços da sua capacidade habitual, e há novas regras de distanciamento social, etiqueta respiratória e segurança sanitária.

O Museu do Côa e os seus parceiros, devidamente credenciados para a realização de visitas no Parque Arqueológico do Vale do Côa, possuem o selo Clean & Safe, emitido pelo Turismo de Portugal.

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