Traga-Mundos celebra este mês o seu décimo aniversário

Foi no dia 5 de novembro do ano de 2011 que a livraria Traga-Mundos abriu portas pela primeira vez, na Rua Miguel Bombarda 24 – 26 – 28, em Vila Real. Durante estes 10 anos de existência organizaram 680 eventos, entre apresentações de livros, bancas de livros, encontros, palestras, tertúlias e muitas outras atividades.

Foi no dia 5 de novembro do ano de 2011 que a livraria Traga-Mundos abriu portas pela primeira vez, na Rua Miguel Bombarda 24 – 26 – 28, em Vila Real. Durante estes 10 anos de existência organizaram 680 eventos, entre apresentações de livros, bancas de livros, encontros, palestras, tertúlias e muitas outras atividades.

Segundo nota divulgada a que o Interior do Avesso teve acesso, a primeira vez que a livraria abriu não teve qualquer evento de inauguração e “sem qualquer apoio das instituições responsáveis pela cultura e turismo nesta cidade nem da Região do Douro e sem direito a qualquer notícia na imprensa local”.

“É de nossa natureza: não apregoamos mais do que temos e/ou não divulgamos mais do que realmente fazemos. Ao longo destes dez anos temos dado prioridade ao trabalho de consolidar o nosso espaço e a nossa oferta, segundo os objectivos que traçamos inicialmente: «queremos construir uma referência quando se pensa na região do Douro, seus autores e cultura, vinhos, e tradições, produtos e artesanato…» Fomos consolidando o nosso âmbito a Trás-os-Montes e Alto Douro: o Reino Maravilhoso; o que também nos tem levado do Porto à Galiza, de Lisboa a Mindelo, sempre com livros – com seguidores no Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau”, afirmam na nota.

A “Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro Património Mundial” realizou durante esta década de existência 680 eventos, entre eles, 105 apresentações de livros, 8 presenças com stand na Feira do Livro do Porto, 6 presenças em Feiras do Livro (Lamego, Ourense, Pontevedra, Allariz, Vila Real), 169 bancas de livros nos mais diversos locais, 5 Encontros Livreiros de Trás-os-Montes e Alto Douro, 1 homenagem livreira (Mário Péricles, Bragança), 1 Encontro Livreiro da Galiza, 1 participação no Encontro Livreiro do Porto e Grande Porto, 4 participações no Encontro Livreiro, Livraria Culsete, Setúbal, 67 encontros, palestras, tertúlias temáticos, 70 workshops, ateliers, oficinas, 13 sessões de contos (Traga-Contos), 67 tertúlias de Poesia, de Leituras, 6 sessões de cinema, 9 sessões de prova / degustação (mel, compotas tradicionais, azeite, amêndoa torrada, etc.), 8 provas / cursos de vinho, 69 exposições (pintura, fotografia, desenho, gravura, escultura, colagem, etc.), 32 passeios pedestres, percursos literários, visitas, 57 iniciativas com a UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e assinatura de protocolo de colaboração 32 passeios pedestres, percursos literários, visitas, 72 iniciativas com e pela a Galiza e 5 iniciativas com Zamora / Salamanca Astúrias.

A Traga-Mundos agradece a todos “pelo apoio e interesse ao longo de todo este tempo – que é o que nos faz continuar, teimar, persistir…”

Salientam por fim que ao “longo destes anos e eventos, continuamos sem qualquer colaboração, articulação, apoio das entidades responsáveis pela cultura, turismo, fundações, comércio, empresas, imprensa, empreendedorismo e afins, na cidade de Vila Real e na região de Trás-os-Montes e Alto Douro. Significa também que somos i n d e p e n d e n t e s – sem compadrios, sem “capelinhas”, sem clientelismos partidários, sem lobbys edp, etc! Não devemos nada a ninguém e, por conseguinte, o mérito é todo nosso, sobretudo de todos vocês, amigos e familiares, clientes e produtores, escritores e artesãos, livreiros e editores…”

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Related Posts
Torneira a deitar água
Ler Mais

Polícia investiga falsificação de análises de água para consumo humano

Entre os locais das 60 buscas realizadas estão as Câmaras de Vila Flor, Mirandela, Alfândega da Fé, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro e Mogadouro, além do laboratório responsável pelas análises, detido a 50% pela AGS, também presente na privatização dos sistemas municipais de água (Notícia de Esquerda.net)
Skip to content