Catarina Martins diz em Mangualde que a manutenção do encerramento dos Serviços de Atendimento Permanente, como dos atendimentos dos Centros de Saúde “É um Tremendo Erro”.

À margem de uma iniciativa do Bloco de Esquerda, que visava alertar para a necessidade de investimento na ferrovia e no interior do país, a coordenadora nacional do movimento disse que o “funcionamento do serviço nacional de saúde em Mangualde como todo o resto do país tem de voltar à normalidade dos cuidados de saúde”, acrescentando que já o propuseram.

“Criar corredores separados para covid e não covid, para permitir ao mesmo tempo que estamos a responder ao covid e ter toda a outra atividade do serviço nacional de saúde normalmente a funcionar”, mas para o Bloco “isto precisa de mais gente, mais profissionais de saúde”.

É nesse sentido que Catarina Martins insiste que “no que ficou acordado, que foi votado e aprovado no parlamento, devido à insistência do Bloco Esquerda, do aumento profissionais de saúde para o Serviço Nacional de Saúde”, e para a coordenadora nacional do partido “tem de ser feito e tem que ser feito já estamos no fim de agosto já lá vão 8 meses deste ano sem estarem estas contratações feitas”, contratações que “são totalmente essenciais para que toda a gente tenha acesso aos cuidados de saúde”.

Também nestas declarações Catarina Martins disse temer que na polémica entre o primeiro-ministro e a Ordem dos Médicos “se perca o foco do essencial”, quando o estado deveria estar a fiscalizar os lares de idosos.

“O que eu temo é que se perca o foco no essencial. E eu lembro que houve, pelo menos, dois lares em que houve mortes por covid que não estão explicadas e que nos devem indignar a todos. Tanto no Lar de Reguengos como no Lar do Comércio em Matosinhos, por exemplo, os dois sobre investigação do Ministério Público”, disse Catarina Martins.

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