O lobo ibérico, subespécie que habita na Península Ibérica, tem a designação científica de Canis Lupus Signatus. Distingue-se do lobo que habita na restante área Europeia por ser mais pequeno e pela coloração da sua pelagem, que é mais amarela acastanhada.
O macho é ligeiramente mais corpulento do que a fêmea. As orelhas são rígidas, triangulares e relativamente curtas. No focinho, podemos observar a típica máscara facial de cor clara. A pelagem distingue-se pela zona dorsal castanho-amarelada, e é mais escura no inverno
Esta espécie está classificada como “Em Perigo” em Portugal, sendo uma espécie de conservação prioritária.
Com efeito, o lobo-ibérico tem enfrentado muitas dificuldades que têm sido obstáculos à sua recuperação, essencialmente devido à destruição do habitat, que leva à escassez de alimento, aos incêndios florestais e à perseguição humana direta ilegal.. Mesmo assim, e em algumas zonas, continuam a demonstrar uma vontade enorme de sobreviver, viver e reproduzir-se.
Sabiam que a época de acasalamento ocorre entre março e abril, período reprodutor da fêmea (5-7 dias/ano) e que a fêmea e as crias se mantêm na toca desde o nascimento até ao final do período de amamentação? E as crias recebem cuidados tanto dos progenitores como dos restantes membros da alcateia, numa verdadeira partilha de responsabilidades entre todos!
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O Movimento Estrela Viva é um grupo informal de cidadãos com ligações à Serra da Estrela e regiões limítrofes que surgiu após os incêndios de outubro de 2017, e que se afirma laico, apartidário e sem fins lucrativos. Tem a missão de proteger e valorizar o território através de ações de preservação da natureza e de desenvolvimento do meio rural (promoção de produtos endógenos, valorização das comunidades, preservação de valores e tradições), sustentadas em modelos colaborativos e de cooperação com parceiros locais, na capacitação dos cidadãos e segundo uma lógica de desenvolvimento sustentável.
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