Areias

Areias
Areias

Com os olhos fechados fico à distância do infinito

Parto para o invisível sem sair do lugar.

Vou para sonhos abertos num palco invulgar

Alcançar sem pensamento aquele momento.

Apanho o que não vejo querendo-o

É vazio querer e ter é nada.

Ou é tudo que desejo ao ver o rio

Levar areias e sal para o mar.

Agora rio-me ao saber do sabor salgado do (a)mar.

Outros artigos deste autor >

Paulo Fernandes nasceu em Abraveses, Concelho de Viseu em 1969, Bacharel no Curso de Professores do Ensino Primário, pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, concluindo a Licenciatura para o 1.º Ciclo do Ensino Básico no polo de Lamego da Escola Superior de Educação de Viseu. Especializou a sua formação para Educação e Desenvolvimento em Meio Rural no Instituto de Comunidades Educativas em Setúbal.
Desenvolveu a sua atividade profissional em vários locais, incluindo São Pedro do Sul, Campia (Vouzela) e Santa Cruz da Trapa (São Pedro do Sul).
Vive nas montanhas mágicas do concelho de São Pedro do Sul, na aldeia do Candal.

Outros artigos deste autor >

O renascer da arte a brotar do Interior e a florescer sem limites ou fronteiras. Contos, histórias, narrativa e muita poesia.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Related Posts
Olho
Ler Mais

Eco

Comecei a cultivar uma amizade à distância de um olhar. Sem absoluta ânsia a comunicação ecoa  Na alma…
Ler Mais

Museu da Vergonha em Vila Real

No passado dia 20 de julho, realizou-se em Vila Real uma tertúlia, organizada pela Catarse / Movimento Social,…
Skip to content