Tuas palavras são lenha que acendem no frio em mim
A chama do queimar Alecrim perfumado sem fim meu espírito sagrado.
Com agrado planto uma semente de Jasmim no teu jardim
Cheiro extasiado tua amorosa essência
Onde paro a frequência alta do alcançar o éter do teu coração vibratório.
Seguras minha mão que não muda de posição em amor discorrido pelos dedos
Sem nenhum temor de estar a amar o momento único.
Juntas ao achar e apanhar o sentimento da doçura e da loucura
Sem ter-te no leito a eito na curta distância de sentir teus peitos
Na ânsia de tocá-los sem despeitos.
Dentro da humidade longínqua da cidade paradisíaca
Deito minha língua afrodisíaca em lugar com abundante preceito.
Chego e paro na ilha de pedra aflorada pela nudez do areal perante o caldo primitivo.
Contra o rochedo amamo-nos no espelho especial da dimensão
Misturada num cântico murmurado pelo silêncio das ondas.
Senti nosso ser e vi o oceano inteiro no brilhar da areia do mar
Crescemos ao descermos em quem nunca foi alguém
Só veio o sensível do invisível poder Lunar na maré.
Molhámos os pés num beijo vestido de paixão
Desprovido de antecipação numa bênção inesperada
E consagrada pelo Universo em verso nos nossos lábios.
Paulo Fernandes nasceu em Abraveses, Concelho de Viseu em 1969, Bacharel no Curso de Professores do Ensino Primário, pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, concluindo a Licenciatura para o 1.º Ciclo do Ensino Básico no polo de Lamego da Escola Superior de Educação de Viseu. Especializou a sua formação para Educação e Desenvolvimento em Meio Rural no Instituto de Comunidades Educativas em Setúbal.
Desenvolveu a sua atividade profissional em vários locais, incluindo São Pedro do Sul, Campia (Vouzela) e Santa Cruz da Trapa (São Pedro do Sul).
Vive nas montanhas mágicas do concelho de São Pedro do Sul, na aldeia do Candal.
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Paulo Fernandes
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O renascer da arte a brotar do Interior e a florescer sem limites ou fronteiras. Contos, histórias, narrativa e muita poesia.
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Orfeu não está morto
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