Na totalidade deste silêncio que me aconchega
Deixo meu cérebro mandar escrever a mão esquerda
Descaída para a direita na caixa craniana.
O amor disfarçado de poder não sabe alcançar o ser
Manda sem pensar, domina para ficar sem nenhum lugar
Foge dum olhar profundo de paixão.
Fica só à superfície sem mais nada
O todo está no piscar cortado a meio pelas pálpebras dos olhos
Onde as frequências alcançam as excelências cardíacas.
Ouço músicas místicas nas asas das aves no engrandecer do amanhecer à varanda
Já sou alguém para alternar os ventríloquos do músculo sem desperdiçar a vida
Nesses momentos bem batidos agradeço ter corpos imaginários muito destemidos.
Paulo Fernandes nasceu em Abraveses, Concelho de Viseu em 1969, Bacharel no Curso de Professores do Ensino Primário, pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, concluindo a Licenciatura para o 1.º Ciclo do Ensino Básico no polo de Lamego da Escola Superior de Educação de Viseu. Especializou a sua formação para Educação e Desenvolvimento em Meio Rural no Instituto de Comunidades Educativas em Setúbal.
Desenvolveu a sua atividade profissional em vários locais, incluindo São Pedro do Sul, Campia (Vouzela) e Santa Cruz da Trapa (São Pedro do Sul).
Vive nas montanhas mágicas do concelho de São Pedro do Sul, na aldeia do Candal.
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
-
Paulo Fernandes
O renascer da arte a brotar do Interior e a florescer sem limites ou fronteiras. Contos, histórias, narrativa e muita poesia.
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
-
Orfeu não está morto
