Foto de Oscar F.Hevia | Flickr

Mas na Galiza, como em Portugal, Brasil e muitos outros Estados, do Reino Unido à Alemanha, Estados Unidos ou Finlandia, o primeiro de abril é o dia das mentiras.

Ontem noticiávamos neste portal o lançamento do livro religioso judeu Talmude, por parte da Através Editora.

Mas na Galiza, como em Portugal, Brasil e muitos outros Estados, do Reino Unido à Alemanha, Estados Unidos ou Finlandia, o primeiro de abril é o dia das mentiras. Assim é que, se alguém ficou com a dúvida, por agora, esta informaçom é falsa:

O carimbo editorial da AGAL amplia o seu catálogo no terreno da literatura religiosa incorporando o Talmude, um registo de discussons rabínicas que pertencem à lei, ética, costumes e história do judaísmo. A co-diretora da Através, Teresa Pillado, salienta a importáncia de incluir este título “para reforçar a transversalidade do movimento reintegracionista, pois nom se pode obviar a força do sentimento religioso em todas as culturas”. Pillado lembra a aproximaçom prévia ao budismo feita com a publicaçom de O que é o zen?, de Dokushô Villalba.

Esta obra foi subsidiada pola Embaixada da Israel na Espanha, quem encomendou a traduçom aos professores da Universidade de Tel Aviv, Avi Rudin e Saul Berenson. A embaixadora israeliana, Rodica Radian-Gordon agradeceu num comunicado o interesse da Através na publicaçom desta obra lembrando a boa receçom da cultura hebreia na Galiza, mesmo como o foco de eventos tam populares como a festa da Istória de Riba d’Avia. Para Radian-Gordon, era imprescindível que este texto fosse publicado com uma ortografia “que nos transporta para aqueles tempos em que a comunidade judia estava integrada em plenitude na sociedade galega contribuindo significativamente ao seu esplendor”.

Artigo publicado no PGL – Portal Galego da Língua (1 de abril de 2021)

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