Barragem da Aguieira | Foto de Diego Garcia

As exceções são as bacias do Cávado, Douro, Tejo e Arade. O Ministério do Ambiente informa ainda que a tempestade “Bárbara” teve um efeito “muito ténue.”

De acordo com a Lusa, que cita uma nota do Ministério do Ambiente, as disponibilidades hídricas armazenadas em albufeiras a 31 de outubro eram inferiores às médias de armazenamento no mesmo período homólogo. As exceções encontram-se nas bacias do Cávado, Douro, Tejo e Arade. 

A nota refere que o número de albufeiras com disponibilidades hídricas superiores a 80%, relativamente ao mês anterior, subiu ligeiramente. No entanto, também o número de albufeiras com disponibilidades inferior a 40% do volume total aumentou ligeiramente. 

O Ministério informa ainda que a tempestade “Bárbara” teve um efeito “muito ténue” em termos de armazenamento de água. 

A disponibilidade hídrica, junto com Espanha, nas bacias do Minho e Lima era de 53,3%; a bacia do Douro, também com o armazenamento em Espanha, era de 59,3% e no Tejo era de 47,1%. “Verificou-se uma descida dos volumes totais armazenados em todas as bacias, com exceção da bacia do Tejo onde se registou um ligeiro aumento”, informa o comunicado. 

De acordo com os dados divulgados, as albufeiras que apresentavam valores inferiores a 40% eram: Duas na bacia do Douro (Foz Tua com 29% e Serra Serrada com 36%; uma na bacia do Mondego (Lagoacho com 39%); duas no Tejo (Divor com 11% e Minutos com 29%).  

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