Moisés Ferreira, deputado do Bloco, apresentou o projeto de resolução para a requalificação do Pavilhão 5 e do Pavilhão Dona Amélia do Hospital da Guarda, como início do avanço integral da chamada segunda fase deste hospital, defendendo que irá reforçar a segurança dos profissionais e utentes, assim como a resposta dada à população. 

Depois de agradecer a “oportunidade” que os promotores e os mais de 19.000 subscritores “proporcionam para fazer o debate sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, referiu a razão que estes têm ao dizer “que a população, a Guarda, a região, necessitam de um melhor SNS e que é necessário um maior e melhor investimento no SNS”, seja pelo facto de ser um hospital que serve uma região vasta como é o distrito da Guarda, seja pela existência do serviços materno infantis, “que são da maior importância” por se encontrarem no interior ou mesmo pela dignificação dos profissionais desta unidade hospitalar.

O Bloco, ao acompanhar a reivindicação da requalificação do pavilhão 5 para a instalação dos serviços materno infantis, espera contribuir para melhorar a segurança de utentes e profissionais, o conforto e a humanização destes serviços, logo uma melhoria na saúde e no SNS.

O deputado relevou ainda a importância da abertura de novas valências, da melhoria do equipamento, da melhoria das instalações para a capacidade de captar e fixar mais profissionais de saúde, principalmente numa região de baixa densidade.

Falou da requalificação do Pavilhão 5, mas também da concretização integral da chamada segunda fase, para a qual já existem estudos e debates. A requalificação dos edifícios do antigo sanatório desde o chamado comboio até ao pavilhão Dona Amélia e o seu gémeo devem ser uma realidade. Disse ainda não ser compreensível que haja edifícios que poderiam albergar valências várias como centros de investigação, meios complementares de diagnóstico, laboratórios, saúde oral, saúde psicológica, entre muitos outros que são necessários.

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