Foto de Serviço de Estrangeiros e Fronteiras | Facebook

A greve levou ao encerramento de postos de atendimento em Viana do Castelo, Vila Real, Braga, Porto, Viseu e Castelo Branco. Sindicato refere que “esta luta também é por uma melhoria global das condições do serviço que estes trabalhadores exigem para poderem prestar um melhor serviço”. 

Numa nota enviada à Lusa, o Sindicato dos Funcionários do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SINSEF) informou que a greve atingiu 75% nos distritos de Viana do Castelo, Vila Real, Braga, Porto, Viseu e Castelo Branco e 50% em Lisboa, Santarém, Leiria, entre outros. 

O SINSEF refere que “nos trabalhadores que não exercem funções de atendimento ao público, a adesão foi em tudo idêntica”, acrescentando que “mais do que os números, que serão sempre diferentes por quem divulga, importa referir que o descontentamento dos trabalhadores das carreiras não policiais do SEF é enorme”.

Na nota afirma que “lamenta os transtornos causados à população imigrante que esperou meses por um agendamento e que hoje (22 de outubro) se viu privada do mesmo”, mas observa que “esta luta também é por uma melhoria global das condições de serviço que estes trabalhadores exigem para poderem prestar um melhor serviço”. 

O sindicato espera, agora, pela resposta do Ministério da Administração Interna perante “este claro indício de descontentamento numa área vital da sociedade, avance com o que vem sendo prometido há muitos anos a estes trabalhadores”, ou seja, um enquadramento destes trabalhadores no estatuto de pessoal e na modernização da Lei Orgânica do SEF. 

A direção do SINSEF, presidida por Artur Jorge Girão, disse que “continua disponível para colaborar na solução e na melhoria global do serviço prestado pelo SEF à comunidade imigrante que procura Portugal para viver e trabalhar”. 

Deixe o seu comentário

Skip to content