Transporte a pedido em Santa Comba Dão: Bloco de Esquerda pede esclarecimentos sobre trajetos e horários

Ir e Vir
Ir e Vir

Na passada semana, a CIM Viseu Dão Lafões apresentou o projeto piloto de transporte flexível a pedido –  “Ir e Vir”. Bloco questiona qual o critério que deixou de fora a vila de São João de Areias, a freguesia de Pinheiro de Ázere e localidades da União de Freguesias de Treixedo e Nagozela.

Em comunicado, o Bloco de Esquerda, reconhecendo que a aposta nos transportes públicos tem de ser uma prioridade e considerando o papel dos municípios como autoridades de transporte, parabeniza a iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Santa Comba Dão e da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões. Ressalvando que “todavia existem algumas questões de fundo que gostaríamos de ver respondidas.” 

Uma das questões que colocam, prende-se com o critério utilizado pela Câmara e pela CIM para a criação dos três circuitos onde será implementado o projeto de transporte a pedido, “uma vez que deixaram de fora a Vila  de São João de Areias – a segunda localidade com mais população depois da sede de concelho, a freguesia de Pinheiro de Ázere, bem como as localidades que integram a União de Freguesia de Treixedo e Nagozela.”

“Neste sentido, como é que a Câmara Municipal de Santa Comba Dão e a CIM Viseu Dão Lafões, pensam analisar a eficácia do projeto se o mesmo não contempla uma grande parte do público alvo e, portanto, os resultados serão sempre enviesados”, alerta o Bloco de Esquerda de Santa Comba. 

Também os horários anunciados merecem um pedido de esclarecimento, foi anunciado que o serviço de transporte a pedido ocorrerá todas as segundas-feiras e quartas-feiras, o que para o Bloco se trata de um horário reduzido, que “não acautela os interesses das e dos Santacombadenses”. Nesse sentido, questionam se este horário se irá manter depois da fase piloto, ou se, pelo contrário, será alargado.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Related Posts
Ler Mais

Língua Gestual Portuguesa: “cabe à maioria acomodada, romper barreiras”

A Língua Gestual Portuguesa, uma das três línguas oficiais do território português, esteve em destaque num workshop, na Biblioteca Municipal de Carregal do Sal, com  Ângela Abreu, da Afomos (Associação de Profissionais de Lecionação da Língua Gestual). A iniciativa foi promovida pelo Bloco de Esquerda de Carregal do Sal.
Skip to content