SinFAP: Acordo Coletivo de Trabalho – Um passo para a Profissionalização!

Foi redigido o primeiro acordo coletivo de trabalho que abrange a generalidade dos Sapadores Florestais das entidades privadas.
Sapador Florestal

O SinFAP – Sindicato Independente dos Trabalhadores da Floresta, Ambiente e Proteção Civil partilhou, num comunicado do passado dia 14 de dezembro de 2023, que foi concluído o primeiro acordo coletivo de trabalho para Sapadores Florestais do setor privado. 

Este acordo é entendido como um passo para a profissionalização e valorização dos Sapadores Florestais, que têm experienciado precariedade contratual e baixos salários. Acresce que a sua profissão implica desgaste rápido e risco. 

Para Alexandre Carvalho, Presidente da Direção Nacional do SinFAP, “este acordo é um marco de transformação” porque “vem dar uma resposta que está esquecida há muito tempo”. Acrescenta que “é um incentivo a que todos os trabalhadores sejam profissionais – Sapadores Florestais profissionais” o que faz com que “todos ganhem: ganha a entidade patronal porque tem trabalhadores motivados e qualificados, e ganham os trabalhadores porque são reconhecidos”.

O sindicato garante que vai continuar a propor ações que também promovam os direitos destes trabalhadores no setor público. Para já, conseguiram aumentos salariais, subsídios de função e a implementação do estatuto profissional para Sapadores Florestais das entidades privadas. Alexandre Carvalho explica que, entretanto, já reuniram com associações representantes destes trabalhadores para negociar e implementar o acordo.

 

Related Posts
Ler Mais

SNPC considera que há “muita parra e pouca uva na conservação da natureza e florestas”

O Sindicato Nacional da Proteção Civil considera que Portugal está atrasado em relação a outros países na “conservação da natureza e da biodiversidade”, afirmando que em Portugal Continental existem cerca de 196 Vigilantes da Natureza no ICNF e que tendo em conta os 845 mil hectares, só de área protegida, “em média cada Vigilante da Natureza tem a seu cargo 4 311,22 mil hectares”. O Sindicato defende a “Revisão da Carreira Profissional para os Vigilantes da Natureza”.
Skip to content