Bloco cria Bancos do Amor pelo distrito de Castelo Branco

Bloquistas denunciam que “atos tão simples como usar um banco público podem resultar em situações de insulto e violência contra pessoas LGBTQI”. Por isso, a candidatura “decidiu criar quatro bancos do amor no distrito: Castelo Branco, Covilhã, Fundão e Sertã”.
Pintura do Banco do Amor em Castelo Branco | Foto de Bloco de Esquerda Castelo Branco

Bloquistas denunciam que “atos tão simples como usar um banco público podem resultar em situações de insulto e violência contra pessoas LGBTQI”. Por isso, a candidatura “decidiu criar quatro bancos do amor no distrito: Castelo Branco, Covilhã, Fundão e Sertã”.

Em nota de imprensa, a candidatura do Bloco pelo círculo eleitoral de Castelo Branco afirma que “em Portugal, o bullying homofóbico e transfóbico ainda é uma realidade, nas escolas e na sociedade”, tal como no “acesso ao trabalho, aos serviços públicos e ao usufruto do espaço público”. 

Para o partido, “atos tão simples como usar um banco público podem resultar em situações de insulto ou violência contra pessoas LGBTQI. Por isso, a candidatura do Bloco pelo círculo eleitoral de Castelo Branco decidiu criar quatro Bancos do Amor no distrito: Castelo Branco, Covilhã, Fundão e Sertã”. 

Os locais são: Avenida Nuno Álvares (Castelo Branco), Jardim Público (Covilhã), Jardim das Tílias (Fundão) e Alameda da Carvalha (Sertã). 

Os bloquistas pretendem “mostrar que todos e todas estamos seguras em qualquer banco público do distrito”. 

Algumas das propostas do Bloco nesta área são: Criação de uma lei quadro que promova o exercício do direito à autodeterminação de identidade de género, realização de um inquérito nacional sobre a diversidade populacional, criminalizar as terapias de conversão, proteção da comunidade escolar LGBTQI, criação de uma rede nacional de centros de referência LGBTQI e efetivo acesso à saúde pelas trans e não binárias, entre outras medidas. 

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