Foto por Boom Festival Official | Facebook

O festival Boom, em Idanha-a-Nova, revelou parte da programação da 13.ª edição, adiada de 2020 para 2021, de 22 a 29 de julho. O programa dedicado ao tema Antropoceno inclui atuações musicais, performances, mostras artísticas, conversas, workshops, entre outras atividades.

No Dance Temple, onde se celebra a humanidade e a organização desafia a ativar a imaginação num “parque” psicadélico, estão já confirmados 70 nomes, que incluem Abyss Ooze, a Zyce & Flegma, passando por Astrix, Atmos, Giuseppe, Lucas e Thatha.

No Sacred Fire, onde o desafio é fazer uma viagem de volta às raízes, vão atuar artistas como Angélica Salvi, Chalo Correia, Fogo Fogo, Kimi Djabaté, Norberto Lobo, Venga Venga, entre outros. 

Nesta área também ocorrerão workshops, com o objetivo de “cultivar uma relação com a natureza que não é exploradora, mas equilibrada e afetuosa”. O Sacred Fire é também o local onde ocorre o Boomers Council, “um círculo diário para partilha e reflexão de experiências.

No Alchemy Circle, “um banquete de eletrónica eclética para os ouvidos, olhos e alma”, um espaço que “não é apenas um palco alternativo mas sim uma das facetas mais fulgurantes deste magnífico cristal poliédrico”, foram anunciados 46 nomes, desde um ‘set’ de três horas de Agents of Time a atuações de D-Nox, Felix Dacat ou Pantha Du Prince.

Nos Chill Out Gardens, que permitem entrar num “mundo sublime de natureza tranquila, educação, diversão e som descontraído”, estão confirmados 57 nomes, como Allix, Anatolian Weapons, Ibu Selva ou Rui Vargas.

A Liminal Village, espaço de conferências do festival, tem já 25 participantes confirmados.

Mas o Boom é muito mais, há ainda mais espaços, nomes e desafios. A organização informa novamente que os detentores de bilhete para 2020 podem usar essa entrada para assistir ao evento em 2021.

O Antropoceno, tema da 13.ª edição, é a era em que a humanidade tem o poder “para destruir ou salvar o mundo”. “Não pode haver dicotomia entre o planeta e humanidade. Precisamos urgentemente de visionar novas formas de coabitar harmoniosamente e temos que o fazer AGORA. Não podemos permitir dar ao pessimismo o espaço para se meter no caminho”, escreve a organização.

 

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