A Câmara Municipal de Mangualde (CMM) poderá ser processada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Centro. Após assumir a gestão dos refeitórios, a CMM recusa integrar as funcionárias das cantinas escolares que asseguravam o serviço quando era concessionado.

Segundo notícia do Jornal do Centro, o dirigente sindical Afonso Figueiredo denuncia que a Câmara presidida por Elísio Oliveira, do PS, não está disposta a integrar as trabalhadoras que no anos passado asseguravam as cantinas das escolas básicas Gomes Eanes de Azurara e Ana de Castro Osório, através da concessão do serviço, assumido pela CMM desde dia 1 de setembro.

Por este motivo o sindicato anunciou que vai avançar com uma ação judicial contra a Câmara, após reuniões entre a estrutura sindical e o executivo autárquico que têm ocorrido desde o início de setembro, sem que tenha sido encontrada uma solução. “Foi-nos transmitido que a Câmara não vai integrar estas trabalhadoras. Isto não nos deixou outra alternativa a não ser a via jurídica para que seja aceite esta transferência”, afirma Afonso Figueiredo.

O sindicalista acrescenta ainda que o vice-presidente da autarquia de Mangualde, Rui Costa, responsável pelo pelouro da Educação, também “não avançou qualquer sugestão com vista à resolução” do problema, tendo sugerido que as trabalhadores se despedissem da empresa concessionária e concorressem ao concurso aberto pela Câmara, “mas com um vínculo precário (contratos a termo certo)”.

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