Este azeite biológico, que será o primeiro lançado pelo Museu do Côa, faz parte de uma parceria com uma empresa local, e destina-se a ser comercializado na loja do Museu. A origem do azeite é nos terrenos do Parque Arqueológico.

Segundo declarações de Aida Carvalho, Presidente da Fundação Côa Parque (FCP) à Lusa, “este será o primeiro produto de outros que vamos apresentar e que resulta da colheita de azeitona de vários olivais instalados em pleno Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC). Trata-se de um azeite em modo biológico que foi produzido em parceria com empresa agrícola ‘Gerações de Xisto’”.

Esta segunda-feira, dia de abertura dos museus após encerramento devido às medidas de contingência relativas à contenção da pandemia, é apresentado o azeite biológico na loja do Museu, comercializando nesta fase uma edição especial dedicada ao Museu do Côa, num total de 800 garrafas. 

O gerente da empresa Gerações de Xisto, Frederico Lobão, assegura que estes projetos são importantes para promover produtos produzidos no território e para mostrar outras facetas do Museu do Côa.

A Presidente da Fundação Côa Parque (FCP) aproveitou ainda para referir que o Museu irá ter uma exposição do mestre João Cutileiro, numa parceria com o Centro de Arte João Cutileiro e a Direção regional de Cultura do Alentejo (DRCA), cujo seu início será no dia 18 de abril (Dia Internacional dos Monumentos e Sítios).

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