O Bem-estar Animal em Equideos esteve em destaque em Vila Real

I Colóquio sobre Bem-estar Animal em Equídeos realizou-se na UTAD. Organização da AEPGA, em colaboração com o Santuário Animal Vida Boa e a UTAD.
Bem estar animal APGA
A Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino (AEPGA), sediada em Atenor, Miranda do Douro, em colaboração com o Santuário Animal Vida Boa e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), organizaram no dia 29 de Março em Vila Real o I Colóquio sobre Bem-estar Animal em Equídeos, com o objetivo de discutir assuntos pertinentes que afetam a vida destes animais em Portugal.
Este evento híbrido, contou com a participação de vários atores envolvidos em diferentes setores, e na plateia estiveram presentes veterinários municipais, tratadores, engenheiros zootécnicos, agentes da autoridade, estudantes de medicina veterinária, entre outros. Durante a manhã, os organizadores partilharam a sua experiência no que respeita à avaliação do bem-estar animal, ao resgate e abrigo de equinos (nomeadamente mulas e burros) e à importância dos santuários de animais de produção, bem como as dificuldades que enfrentam atualmente em Portugal. A Dra Cristina Briosa (Direcção Geral de Alimentação e Veterinária – DGAV) falou ainda sobre a legislação sobre bem-estar de equídeos no nosso país.Durante a tarde, Elena Barrio do Refugio del Burrito (Espanha), partilhou a sua experiência no contexto espanhol, Ana Manso (DGAV) esclareceu sobre o que diz respeito à identificação animal e Joe Collins da Donkey Sanctuary fez uma apresentação sobre diversas iniciativas comunitárias relativas ao grupo dos equídeos, incluindo a sua legislação, numa perspetiva irlandesa.

Seguiu-se uma discussão enriquecedora, em que tópicos como a reprodução responsável, protocolos possíveis de resgate animal e ferramentas de avaliação de bem-estar foram discutidos.

Comunicado da AEPGA.
Related Posts
Catarina-Martins-1
Ler Mais

“O país precisa de um acordo forte à esquerda”

Na Grande Entrevista da RTP, Catarina Martins afirmou que “o acordo de que o país precisa é para recuperar o SNS, os serviços fundamentais, para ter uma estratégia climática” e “que para isso é preciso clareza”.
Skip to content