Foto por Guilhotina.info

A Lei mudou e permite a assinatura de contratos de exploração sem ser conhecido o estudo de impacto ambiental. População e ativistas voltaram a protestar na aldeia de Barco contra a exploração de lítio na Serra da Argemela, entre a Covilhã e o Fundão.

Em reportagem da SIC, a população diz que o “Decreto-Lei Mineiro” (Decreto-Lei n.º 30/2021), de maio, faz “tábua rasa das conquistas dos últimos quatro anos, nomeadamente de uma resolução da Assembleia da República que apoiava a luta da Argemela.”

Agora que a lei mudou, e depois de a tutela ter assinado, em agosto, contratos em oito regiões do país, onde se inclui a Argemela, os residentes temem que a atividade possa avançar, trazendo problemas ambientais, de saúde e de qualidade de vida para as aldeias que rodeiam a serra, como a contaminação das águas, do Zêzere e dos solos, a poluição do ar com poeiras e o ruído.

A manifestação na aldeia de Barco (Covilhã), foi convocada pelo GPSA – Preservação da Serra da Argemela, que lembra que, desde 2017, se tem dito “Não” há exploração mineira na Argemela, “Disse-o a Assembleia da República por UNANIMIDADE; Disseram-no os presidentes das Câmaras Municipais da Covilhã e Fundão; Disseram-no 21 Presidentes de Juntas de Freguesia da Covilhã e Fundão; Disseram-no todos os partidos políticos.”

https://interiordoavesso.pt/interior-do-avesso/manifestacao-contra-a-exploracao-mineira/

Movimentos portugueses e espanhóis contra a exploração de lítio na Serra da Argemela

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