Sabe quais as novas medidas para controlar a pandemia

Após reunião do Conselho de Ministros, o Governo apresentou hoje um conjunto de medidas para controlar a pandemia de Covid-19, entre as quais o dever de recolhimento domiciliário, entram em vigor às 00:00 de sexta-feira.

Portugal vai “regressar ao dever de recolhimento domiciliário” tal como em março e em abril, alertando que este é simultaneamente o momento “mais perigoso, mas também um momento de maior esperança”, afirmou o Primeiro-Ministro em conferência de imprensa.

As escolas vão manter-se abertas “em pleno funcionamento” como aconteceu até agora. “ Vamos manter a escola em funcionamento e esta é a única, nova e relevante exceção ” , disse o primeiro-ministro, António Costa, no final da reunião do Conselho de Ministros, durante a qual foram decididas novas medidas de confinamento no âmbito da pandemia de covid-19.

Principais medidas:

  • Confinamento obrigatório (pessoas com Covid-19 ou em vigilância ativa)
  • Dever geral de permanecer em casa
  • Teletrabalho obrigatório
  • Comércio e serviços encerrados (salvo estabelecimentos autorizados)
  • Restaurantes e cafés: só take-away ou entregas ao domicílio
  • Serviços Públicos: mediante marcação prévia
  • Educação: estabelecimentos de ensino em regime presencial
  • Cultura: estabelecimentos culturais encerrados
  • Desporto: exercício ao ar livre, ginásios e outros recintos encerrados.

Para saber mais, consulte:

Controlar a Pandemia – Conselho de Ministros 13 janeiro

 

* Informação retirada na integra do site do SNS

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Related Posts
Ler Mais

“Portugal é um país pobre porque paga salários pobres”

Em Viseu, Mariana Mortágua afirmou que “o que a direita apresenta como suposto modelo de crescimento é uma receita para o desastre”, e que “não há nenhum erro nem atraso da maioria absoluta que os partidos de direita não pretendam agravar”. Bloco quer aumento dos salários, leques salariais e dar mais força a contratos coletivos (Notícia de Esquerda.net)
Skip to content