Em comunicado, o Sindicato Nacional da Proteção Civil (SNPC), defendeu esta sexta-feira a rotatividade nas equipas de sapadores florestais, para garantir a sua segurança, visto que estes “a todo o momento podem ser ativados no âmbito da proteção civil. O Sindicato refere que já solicitou à DGS um parecer sobre a lotação máxima dos veículos de sapadores florestais, visto que a lei é omissa nesta matéria.

O SNPC refere que mesmo não obtendo resposta da Direção Geral de Saúde, o seu gabinete jurídico considera que deverá ser salvaguardado que sempre que possível “haja um menor número de passageiros 2/3 por veículo, uso de máscara e higienização da viatura de forma a mitigar os contágios.”

Afirmam também que não sendo sempre possível garantir a lotação definida tendo em conta a realidade das entidades detentoras de equipas/brigadas de Sapadores Florestais, foi enviada ao ICNF uma proposta que visa usar o Serviço Público como Plano de Contingência.

Esta proposta “prende-se com a utilização de dias se serviço público, mantendo os efetivos que se podem deslocar na viatura, em silvicultura preventiva, e aproveitando localmente os restantes para ações de apoio no contexto da pandemia, de logo a criar rotatividade nas equipas”, com o objetivo de garantir a segurança dos operacionais, visto que estes podem ser ativados para a Proteção Civil a qualquer momento.

O Sindicato defende que assim se evitam “constrangimentos com as autoridades, bem como o agravamento da situação delicada que algumas equipas de sapadores enfrentam neste momento” no apoio ao combate à Covid-19.

Afirmam por fim que continuarão atentos à evolução destas situações, que “de norte a sul do país merecem da nossa parte uma preocupação constante, na salvaguarda da saúde e dos direitos dos sapadores florestais.”

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