António Pinto Pires é o mandatário do Bloco de Esquerda nas próximas eleições legislativas pelo distrito de Castelo Branco.

António Pinto Pires

Natural da Covilhã onde nasceu em fevereiro de 1954, completou o Curso Geral do Comércio na então Escola Industrial e Comercial Campos Melo. Em Lisboa prosseguiu os estudos concluindo o curso geral dos liceus, na área das letras e humanidades.

Licenciou-se em História, variante de história contemporânea na Faculdade de Letras da Universidade Coimbra. Após a licenciatura inicia a carreira de professor, profissão que exerce na Escola Básica Pêro da Covilhã.

A sua paixão pelo património levam-no a nunca deixar de estudar, frequentando algumas pós graduações na área da defesa do património, nomeadamente no Centro Nacional de Cultura e Universidade Nova de Lisboa.

Desde sempre conheceu uma paixão imensa pelos comboios e caminho-de-ferro em geral. Em 1991, conjuntamente com outros aficionados funda “O 6 de Setembro – Grupo de Amigos do Caminho de Ferro da Beira Baixa”, e publica nesta data uma breve história do mesmo, contada aos mais novos, para além de outros textos relacionados.

Em 2004 conclui o Mestrado em Museologia, na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias com a dissertação intitulada “O Museu Nacional Ferroviário e Polinucleado – Um Museu em Construção”, onde prossegue como doutorando no estudo do mesmo tema.

Foi o 1º presidente da Comissão Executiva Instaladora do Museu Nacional Ferroviário no Entroncamento, cargo que exerceu entre 1997 e 2002 e coautor do 1º plano diretor para este museu.

De 2002 a 2008 foi assessor do Município de Alcanena, na área do património museológico, tendo colaborado na execução de diversos projetos nessa área, nomeadamente do Museu do Curtume.

É membro da APAI, Associação Portuguesa de Arqueologia Industrial, APPI, Associação Portuguesa do Património Industrial e APSPCI, Associação Portuguesa para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial.

Tem publicado diversos artigos sobre a temática da cultura e defesa do património em alguns jornais e revistas do país, região e estrangeiras. É colaborador assíduo do “Notícias da Covilhã”, “Jornal do Fundão” e “Fórum da Covilhã” e outros periódicos da região.

Autor de diversos projetos e estudos museológicos para a Covilhã, nomeadamente direcionados para a criação e concepção de um museu de cidade e identidade, os quais constam da sua obra intitulada “Covilhã – A Cidade e a Cultura”, publicada em 2017. Em 2015 dirige a publicação da obra “Recordar É Viver – 12 profissões antigas da Covilhã”, da autoria de Humberto Correia Morão, a convite da Câmara Municipal da Covilhã. Em 2016, publicou a obra, “Linha da Beira Baixa, Debates na Câmara dos Dignos Pares do Reino e Câmara dos Deputados”. Em 2018 publicou “Mateus Fernandes – Memórias de uma rua. Ensaio na 1ª pessoa” e “Professor António Esteves Lopes. Covilhã 1922-1952”.

Já em 2019 participa como orador no Encontro do Interior em Alijó, organizado pelo Bloco de Esquerda, no painel sobre a mobilidade e as acessibilidades no interior do país.

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