Bloco de Esquerda defende aprofundamento do apoio à vida independente das pessoas com deficiência

O Bloco de Esquerda reuniu-se com a delegação do Centro de Vida Independente (CVI) de Vila Real. “É fundamental promover o direito à vida independente das pessoas com deficiência” afirmou José Gusmão.

“A promoção da vida independente e o direito a ter um assistente pessoal são medidas essenciais para a autonomia e independência das pessoas com deficiência” afirmou José Gusmão, eurodeputado do Bloco de Esquerda.

Na passada segunda-feira o eurodeputado do Bloco de Esquerda esteve em Vila Real para duas iniciativas, sempre acompanhado por Mário Gonçalves, candidato na lista do Bloco às próximas eleições europeias do próximo dia 9 de junho.

A primeira iniciativa foi a reunião com a Associação Centro de Vida Independente e a segunda foi um jantar com apoiantes e aderentes do Bloco de Esquerda em Vila Real.

Na reunião com o CVI foi referido que a promoção da Vida Independente é um caminho que não pode ter retrocessos e tem que ser alargado a todas as pessoas que dela necessitam. O Bloco de Esquerda tem lutado por este direito e continuaremos a fazê-lo também no Parlamento Europeu, disse José Gusmão.

Para o Bloco é fundamental a criação de uma prestação social universal para a autogestão da Vida Independente, criação e regulamentação da profissão de Assistente Pessoal, a revisão da Prestação social para a inclusão para alterar as regras de acesso e condição de recursos, o aumento do complemento por dependência e do Subsídio por assistência de terceira pessoa a fiscalização do cumprimento da legislação de quotas de emprego e alargamento do novo regime para o teletrabalho às pessoas com deficiência, entre outras medidas.

O jantar, que se realizou em Vila Real, contou com as intervenções do eurodeputado e candidato José Gusmão, Mário Gonçalves e Anabela Oliveira, professora universitária.

José Gusmão na sua intervenção referiu que é “tempo de um projeto europeu que responda aos povos”. “Um projeto de cooperação, que não esteja refém dos grandes interesses económicos, que coloque no centro a democracia e a soberania popular. Essa será uma Europa de cooperação na educação, na investigação científica, na saúde, nos sistemas de transportes, nas novas energias, em novas indústrias e serviços para o pleno emprego, capaz de receber imigrantes e de recusar o racismo, capaz de se reconstruir com a resposta à crise climática como base da segurança das populações”. “Uma Europa aberta ao mundo, orgulhosa da sua diversidade e dos movimentos de emancipação que fazem avançar os direitos humanos”.

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