Ministério volta a rejeitar alteração de estatutos do IPCB

Documento prevê reorganização estrutural, passando de seis para quatro unidades orgânicas, sem que seja feita referência ao local de funcionamento destas, nomeadamente da unidade resultante da fusão com a Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova.
ESGIN
ESGIN. Foto por Município de Idanha-a-Nova (Facebook).

Pela segunda vez, após o primeiro chumbo, em Agosto de 2021, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior voltou a rejeitar a proposta de alteração dos estatutos do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB).

Segundo notícia do Reconquista, a nova decisão tem em conta os pareceres da Direção Geral do Ensino Superior (DGES) e da Direção de Serviços de Suporte à Rede do Ensino Superior, datado de meados de dezembro de 2021.

Os novos estatutos prevêem uma reorganização estrutural de seis para quatro unidades orgânicas, mas sem que o documento refira o local de funcionamento destas, nomeadamente da nova unidade resultante da fusão com a Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova, cuja continuidade pode estar ameaçada.

O despacho do ministro, a que o Reconquista teve acesso, não autoriza “as alterações propostas pelo IPCB” e indica à Secretaria Geral da Educação e Ciência que comunique ao presidente do IPCB e ao Conselho Geral do IPCB “a necessidade de revisão dos estatutos no sentido de confirmar a sua progressiva modernização, alargamento, especialização e internacionalização, em estreita articulação com os territórios em que atua”. 

O processo tem gerado controvérsia e provocado várias reações, nomeadamente de estudantes da ESGIN, do Bloco de Esquerda, de autarcas e da população, que se têm manifestado a exigir a continuidade da escola na vila de Idanha-a-Nova com autonomia administrativa.

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