Segundo denúncia no despedimentos.pt, a Burel Factory, empresa que produz artigos em tecido Burel, terá despedido 10 trabalhadores, 3 na fábrica de Manteigas e os restantes nas lojas de Lisboa e Porto.

Para esta plataforma, “a decisão de despedimentos neste período de crise sanitária e social irá acrescentar dificuldades a quem precisa do seu trabalho e que merecerá uma intervenção da ACT a fiscalizar estes despedimentos”.

Para concluir, o despedimentos.pt diz que “não há futuro nem inovação sem trabalhadores e isso é o que realmente interessa” referindo-se há transcrição que tiram do site da Brurel Factory “Sem passado não temos futuro. Queremos valorizá-lo com inovação, que é o que realmente interessa.” 

Segundo a Wikipédia para produzir artesanalmente o Burel, “utiliza-se basicamente, lã de cor preta. A lã depois de carmeada e cardada é fiada e torcida (com roca e fuso), etapas que convém serem executadas pela mesma pessoa para que o fio tenha sempre a mesma espessura e textura. Do fuso, a lã passa para o novelo na operação de dobar. Depois de torcida, a lã é urdida e depois de urdida, é colocada no pisão, uma máquina que bate e escalda a lã de modo a tornar o pano mais duro e apertado. As teias pisoadas são então entregues a um alfaiate que as transforma em capas, casacos, coletes e calças de burel para os inúmeros dias de chuva, neve e vento no monte. Hoje em dia, o artigo mais em uso é a capa de burel”.

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