A antropóloga e ativista social é o primeiro nome anunciado pelo Bloco de Esquerda do concelho de Viseu. A candidatura para as Autárquicas de 2021 está também a promover uma Assembleia Aberta, amanhã, dia 12, no Solar dos Peixotos.

“É momento de unir forças e coletivamente pensar um projeto local ao nível do concelho de Viseu para o momento eleitoral que se aproxima. É momento de pensar e construir o futuro do Bloco de Esquerda numa perspetiva autárquica!”, anunciam no texto de convocatória para a Assembleia, com inscrições abertas através de formulário.

Ainda esta semana, no dia 14 (sexta-feira) o Bloco promove uma conferência de imprensa com o mote “Qual o papel de uma assembleia municipal?”, onde será apresentado o balanço do mandato em curso, pela deputada eleita Catarina Vieira, e a primeira candidata para a Assembleia Municipal de Viseu.

“É considerando que a política está em todas as dimensões da vida” que Carolina Gomes “assume o compromisso de encabeçar a candidatura à Assembleia Municipal de Viseu, sem medo de denunciar e propor ‘O Que Faz Falta!’”, pode ler-se em nota no Bloco de Esquerda.

Antropóloga, com 31 anos, é redatora do Interior do Avesso desde 2020, tendo, até então, desenvolvido a sua atividade profissional numa empresa local de transporte coletivo de passageiros, “o que lhe permitiu conhecer de forma mais profunda os caminhos de Viseu. Concelho que escolheu para viver e trabalhar, tendo nascido em Coimbra.”

Em Viseu tem-se assumido como ativista social, pelo interior, pelos direitos das mulheres e pelos Direitos Humanos, nomeadamente através da participação na Plataforma Já Marchavas ou no movimento da Greve Feminista Internacional.

A candidata tem também colaborado na organização de iniciativas culturais promovidas pelo Bloco de Esquerda, como a Sementeira e o Desobedoc. Além de já ter participado em recitais de poesia e conferências promovidas por outras entidades e de já ter publicado um livro de poesia (“Tudo e Nada”).

É aderente do Bloco de Esquerda, onde integra as Comissões Coordenadoras Distrital e Concelhia de Viseu e a Mesa Nacional, “dedica-se à militância política impelida por uma necessidade urgente de ativamente defender uma sociedade mais justa e coesa, que respeite os animais, o ambiente, a cultura, o património, a diversidade humana, quem é socialmente mais frágil e quem trabalha.”

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