Foto por Esther Westerveld | Flickr

A Comissão Coordenadora Concelhia de Bragança do Bloco de Esquerda foi eleita e vai lutar por um Bloco mais forte no concelho. Fernando Almeida, que encabeçou a lista, diz que “vamos apostar por estar ao lado das pessoas” e “tentar melhorar os resultados nas autárquicas de 2021”. 

A Comissão Coordenadora Concelhia (CCC)  de Bragança do Bloco foi eleita com os membros efetivos Fernando Almeida, Lúcia Penas, Luís Rodrigues, Ana Pires, José Vila, Suze Ventura e Sérgio Oliveira. Como suplentes vão a Gracinda Rodrigues e Vítor Costa. A moção, intitulada como “Bloco mais forte em Bragança”, refere que “o Bloco teve o seu melhor resultado de sempre nas eleições autárquicas de 2017 no concelho de Bragança. Esses resultados aos quais se somou um crescimento significativo nas Legislativas de 2019. Somos a terceira força política do concelho, e isso traz responsabilidade à nossa atuação”. 

Um dos focos da nova CCC é a pandemia porque segundo declarações de Fernando Almeida, cabeça de lista, ao Interior do Avesso “o desemprego agravou-se com ela”, mas também a habitação conta como uma das prioridades do Bloco local já que “é uma mais valia para a região e para o interior” e “neste momento representa um grave problema para a afixação de pessoas”, disse Fernando Almeida. 

A moção refere que “com o número de estudantes do IPB a aumentar, e bem na nossa ótica, é necessário encontrar soluções para haver habitação a preços moderados para os estudantes, bem como para a restante população que cada vez mais sente a dificuldade do aumento das rendas, o que faz com que a longo prazo as pessoas tenham ainda mais dificuldade para aqui viver, o que poderá agravar ainda mais o problema da interioridade e do despovoamento”. 

Fernando Almeida vinca que o Bloco “vai estar ao lado das pessoas” e que “seria bom melhorar o resultado nas autárquicas de 2021”. 

Na moção vencedora, o Bloco propõe “desenvolver práticas inovadoras de ação política, dinamizar a concelhia de Bragança para a preparação das eleições autárquicas de 2021, criar grupos de trabalho temáticos como dos direitos dos animais e LGBT e promover a articulação entre agendas políticas nacionais, distritais e concelhias”, entre outras.

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