Entre as várias intervenções ouviram-se gritos de ordem “a nossa luta, é todo o dia, contra o racismo, fascismo e xenofobia”, “não consigo respirar”, “black lives matter” entre outros. A vigília teve ainda um minuto de silêncio com os manifestantes de joelhos, como homenagem a todos os que morreram vítimas de violência racista, “Alcindo Monteiro, presente; Ângelo Pereira, presente; José Carlos, presente; Elson Sanches, presente; Toninho Tchibone, presente; Nuno Rodrigues, presente; Diogo Seiti, presente!” gritaram no fim.

No momento de microfone aberto foram feitos apelos a uma mudança de mentalidades, mas também dos programas de história que continuam a glorificar a colonização portuguesa do mundo. Houve ainda apelos a um diálogo entre as várias comunidades da cidade.

Este protesto foi convocado pela Associação de Estudantes PALOP (Países de Língua Oficial Portuguesa) da Guarda e por um grupo de cidadãs e cidadãos, apoiado pelo movimento Greve Climática Estudantil Guarda e pelas Associações de Estudantes das Escolas da Sé e Afonso de Albuquerque.

Na convocatória podia ler-se que o “objetivo é disponibilizar um meio para que aqueles que precisam e têm o direito de se fazer ouvir, possam realmente fazê-lo” e terminava com um apelo à participação e com a mensagem “NÃO AO RACISMO, em Portugal e no mundo!”.

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