A concretização deste projeto é da responsabilidade da REN – Rede Elétrica Nacional e passa nos concelhos de Mondim de Basto, Cabeceiras de Basto, Amarante, Marco de Canaveses, Ribeira de Pena e Cinfães, tendo como objetivo transportar a energia proveniente do conjunto de centrais de Gouvães, Daivões e Alto Tâmega, inserido no Plano Nacional de Barragens e que estão a ser construídas pela espanhola Iberdrola.

A providência cautelar que a Câmara de Mondim de Basto interpôs no Supremo Tribunal Administrativo contra a passagem da linha de muito alta tensão Carrapatelo – Vila Pouca de Aguiar no concelho foi aceite, anunciou a autarquia.

“Mondim de Basto ganhou esta primeira ação com os argumentos de Direito e de Autonomia Constitucional das Autarquias, que assim suspende a eficácia da Resolução de Conselho de Ministros”, destaca a nota informativa presente no sitio da internet deste município do distrito do Distrito de Vila Real.

Segundo este documento, “o executivo municipal manifestou em 2011, 2013 e 2018, em consulta pública, pareceres desfavoráveis à passagem desta linha no território de Mondim de Basto, como forma de salvaguardar os interesses e a qualidade de vida dos seus munícipes”.

“Recorde-se que, a ser construída, esta linha atravessará a União das Freguesias de Campanhó e Paradança, as freguesias de S. Cristóvão de Mondim de Basto, Vilar de Ferreiros e Atei, trazendo impactes significativos e irreversíveis para o território e as suas populações”, dizem.

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