Fotos de Quercus da Guarda

A Secretária de Estado do Ambiente, Inês dos Santos Costa, visitou no dia 1 de outubro, a nascente do rio Noéme, na Guarda, mas a Quercus denuncia que “à mesma hora” o rio estava poluído “a partir da localidade da Gata”.

Em comunicado, a Direção do Núcleo Regional da Guarda da Quercus, informou no dia 1 de outubro, “esteve na Guarda a Secretária de Estado do Ambiente, Inês dos Santos Costa, e os cinco diretores das Administrações Regionais Hidrográficas do Norte, Centro, Tejo e Oeste, Alentejo e Algarve, juntamente com autarcas, técnicos entre outras personalidades”. 

O programa foi composto por “uma visita ao miradouro das três bacias hidrográficas (Douro, Mondego e Tejo) localizado em Vale de Estrela e a visita à nascente do rio Noéme e captação de água da Montanheira”, refere a nota. 

A Quercus da Guarda esteve presente na visita e “teve a oportunidade de transmitir e chamar a atenção à Secretária de Estado do Ambiente e aos Diretores das Administrações Regionais Hidrográficas, particularmente ao da Administração Regional Hidrográfica do Norte, e ao Presidente da Câmara Municipal da Guarda, da poluição que continua a verificar-se no rio Noéme, principalmente a partir da localidade da Gata, um problema ambiental que perdura há décadas e cuja resolução foi esquecida”. 

A associação refere que “faltou sugerir naquele instante que um dos locais de visita fosse exatamente junto à Gata ou em Monte Barro onde à mesma hora” o aspeto da água estava visivelmente poluído.

A Quercus acaba por questionar “afinal qual é o papel das entidades públicas e privadas na resolução deste problema ambiental e qual é a mais-valia da requalificação das margens e da criação de 26 km de trilhos ao longo do rio Noéme com o rio poluído?”

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