Foto por Vitor Oliveira

Após o Presidente da República devolver o projeto de lei conjunto do PS, BE, PCP e PEV que restaura a Casa do Douro como associação pública de inscrição obrigatória à Assembleia da República, sem promulgação, não se fizeram esperar as reações dos mais diversos quadrantes.
Na última quarta-feira a União das Adegas Cooperativas do Douro (UNIDOURO) emitiu um comunicado em que apela à Assembleia da República que “confirme os termos da lei sobre a Casa do Douro”.
“É a hora de defender com justiça o Douro e os seus vitivinicultores, que a lei aprovada garante”, pode ler-se no comunicado da UNIDOURO, representante de mais de 20 Adegas Cooperativas da região.
Para a UNIDOURO, o futuro da Casa do Douro passa pelo regresso da inscrição obrigatória, questionando porém o pagamento de quota. “A inscrição obrigatória justifica-se para efeitos de representatividade dos vitivinicultores, não se justificando o pagamento de uma quota obrigatória, já que a Casa do Douro tem condições para ser autossustentável sem necessidade de sobrecarregar os vitivinicultores com o pagamento de uma quota obrigatória”.

(Escrito por MFS)

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