O Bloco de Esquerda de Vila Flor lançou um panfleto de prestação de contas do atual mandato evidenciando as propostas apresentadas e aprovadas, bem como as tomadas de posição mais relevantes na Assembleia Municipal. O panfleto está neste momento disponível na página do Bloco de Vila Flor e será posteriormente distribuído à população.

Em declarações ao Interior do Avesso, o deputado Municipal do Bloco em Vila Flor, Jóni Ledo, salienta que “ao longo dos anos de mandato o Bloco de Esquerda vem fazendo este trabalho de divulgação das suas propostas e do trabalho desenvolvido na Assembleia” pois considera que “compete aos eleitos fazer este trabalho de prestação de contas a quem os elegeu”.

No panfleto pode ler-se que o Bloco mostra preocupação com a saída dos mais jovens do concelho e com o envelhecimento da população.

Mostram-se também preocupados com os impactos que as alterações climáticas, devido a tempestades cada vez mais recorrentes, têm na agricultura, que é a principal fonte de subsistência de uma boa parte do concelho.

Recordam a situação do encerramento da estação dos CTT em Vila Flor, evidenciando que a população sempre pode “contar com o Bloco de Esquerda na defesa dos interesses dos Vilaflorenses, nunca cruzando os braços na defesa dos serviços de proximidade. Avançamos com uma petição pública, pressionando a concessionária e tivemos uma atitude proativa e construtiva para com a Câmara Municipal numa solidariedade institucional para defender algo que é de todos. Muito nos congratulamos que após tantos meses de luta, a administração dos CTT tenha voltado atrás e reaberto esta estação.

Referem ainda as propostas aprovadas na Assembleia Municipal apresentadas pelo Bloco como as recomendações à Câmara para que passasse “a efetuar o transporte dos doentes oncológicos até ao IPO do Porto, bem como a outros institutos de oncologia, a criação de mecanismos de SOS para pedido de auxílio de idosos em caso de emergência, abrangendo os idosos em situação de isolamento” ou “a implementação de um diagnóstico local no que toca à Prestação de Cuidados Informais, nomeadamente caracterizando a realidade em que vivem as pessoas idosas que necessitam de apoio e recolhendo dados sobre as situações de prestação de cuidados que já ocorrem.”

Recordam também que partiu do Bloco de Esquerda a proposta para que se acabasse com o papel na Assembleia Municipal, “o que se veio a concretizar, fazendo as convocatórias e o envio de documentação por e-mail, a não ser que algum membro da Assembleia as solicitasse em papel por dificuldades de aceder via digital”.

“Fomos também o primeiro partido a defender na Assembleia Municipal a gravação e transmissão em direto das sessões, a favor da transparência e para que os munícipes que não possam comparecer às reuniões a possam fazer em direto ou indeferido recorrendo a mecanismos digitais” afirmam no panfleto divulgado.

Não esquecem a situação pandémica em que vivemos e mostram preocupação com a “crise social enorme devido à perda de emprego ou redução de salários das populações, essencialmente das mais vulneráveis. Também nos preocupa muito a situação dos pequenos comerciantes do nosso concelho, a braços com uma situação sem paralelo e que precisam de toda a ajuda possível para conseguirem superar mais esta adversidade com a resiliência que lhes é reconhecida.

Por fim, dão “uma palavra de força e saúde a todas e a todos”, referindo que “estas são apenas algumas matérias nas quais o Bloco de Esquerda teve intervenção e algumas prioridades que elencamos, sendo que seria impossível resumir quatro anos de mandato em poucas linhas.

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