Bloco denuncia falta de limpeza de faixas de gestão de combustível na freguesia de Dardavaz

Em perguntas dirigidas à Junta de Freguesia de Dardavaz e à Câmara Municipal de Tondela, o Bloco denuncia a falta de limpeza de faixas de gestão de combustível das vias de acesso à localidade de Dardavaz, no concelho de Tondela. 

Numa nota de imprensa, a Comissão Coordenadora Distrital de Viseu do Bloco de Esquerda informa que “questionou a Câmara Municipal de Tondela e a Junta de Freguesia de Dardavaz sobre a falta de limpeza de algumas faixas de combustível na freguesia de Dardavaz, nomeadamente as vias de entrada à localidade de Dardavaz, conhecidas como rua Principal, que dá acesso a Dardavaz pela EN2, e a rua da Capela”. 

“O Município tem realizado várias ações de limpeza de bermas de estradas no concelho, juntamente com a execução de faixas de gestão de combustível” e acrescenta que “também temos conhecimento que existem algumas que ainda aguardam pela finalização do concurso público”, refere o partido. 

O Bloco sabe que estes trabalhos são feitos “para dar cumprimento ao Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI)”, mas consideram que “os principais acessos à localidade de Dardavaz como o são estrada com o nome rua Principal e a rua da Capela, ficam sem ser limpas, já que nunca o foram desde os incêndios de 2017”. 

A distrital de Viseu lembra que “a freguesia de Dardavaz, tal como o concelho de Tondela e toda a região, foi afetada pelos graves incêndios de 2017 e a gestão das faixas de combustível deveria ser prioritária, sinalizando as vias que dão acesso às localidades, já que em caso de incêndio as únicas saídas são estas vias”. 

Para o Bloco, “o cumprimento destas ações” acabam por evitar futuros desastres. Por isso, questionaram a Câmara Municipal de Tondela e a Junta de Freguesia de Dardavaz “sobre o qual o motivo da rua Principal e da rua da Capela, duas vias importantes para aceder à localidade de Dardavaz, não terem sido alvo de intervenção nem se prever que o sejam, também queremos saber há quanto tempo é que estas vias não são limpas, de quem é responsabilidade e quais foram os critérios para elaborar o PMDFCI”. 

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