Aeródromo de Vila Real continua encerrado

Foto por Raquel Teixeira | Interior do Avesso | Aeródromo de Vila Real
Foto por Raquel Teixeira | Interior do Avesso | Aeródromo de Vila Real
Encerramento do aeródromo de Vila Real já dura há cinco meses e já provocou uma redução de 6,5% no percurso aéreo entre o Algarve e Trás-os-Montes.


O encerramento do aeródromo de Vila Real em Julho por questões de segurança devido ao perigo decorrente do mau estado da pista, que continua fechada e sem data para reabrir continua a causar prejuízos na linha área entre Trás-os-Montes e Algarve, causando uma redução de cerca de 6,5% na taxa de ocupação.

O aeródromo de Vila Real era o terceiro com maior número de passageiros entre partidas e chegadas. Só entre Janeiro e Julho (mês de encerramento) deste ano movimentou 1043 passageiros.

Desde que a pista foi encerrada que os utentes desta linha área têm sido obrigados a encontrar uma alternativa para viajar. Relembramos que a linha aérea em questão percorria Bragança-Vila Real-Viseu-Cascais e Portimão.

 

Relembramos que em Julho deste ano, o Interior do Avesso já tinha anunciado o encerramento preventivo da pista do aeródromo de Vila Real por razões de segurança. Porque de acordo com a ANAC – Autoridade Nacional de Aviação Civil, a pista mostrava indícios de uma eventual existência de um problema estrutural no solo da fundação do pavimento da pista.

Este aeródromo é extremamente importante porque recebia voos diários da carreira aérea que liga Bragança, Viseu, Cascais e Portimão, mas servia também de centro de meios aéreos de combate aos incêndios, estando estacionados dois aviões anfíbios que acabaram por ser instalados no aeródromo de Viseu.

 

Escrito por DG.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Related Posts
Ler Mais

Guarda: Candidatura do Bloco pinta banco com as cores da bandeira LGBTQIAP+

Na passada segunda-feira, dia 25 de janeiro, a candidatura do Bloco de Esquerda pelo Círculo Eleitoral da Guarda pintou um banco de jardim com as cores da bandeira LGBTQIAP+. A candidatura considera que “reivindicar o espaço público é importante, pois traz visibilidade a esta luta que são os direitos LGBTQIAP+”.
Ler Mais

TVs portuguesas podem rumar para o TDT galego

A iniciativa parte da AGAL que pede às operadoras comerciais de tv em Portugal que se candidatem ao concurso para a concessão de uma licença privada de televisão, na TDT de âmbito galego.
Skip to content