Viseu destaca-se com 28 reportes aos quais se juntam 4 de Lamego, 15 de Bragança, 4 de Mirandela, 1 de Miranda do Douro, 13 da Guarda e 4 de Castelo Branco. São 293 reportes na Região Norte, 325 na Região Centro e 55 na Região Sul.

Os dados revelados pelo Conselho de Prevenção da Corrupção mostram “738 comunicações judiciais correspondem a 396 despachos de arquivamento, 240 notificações de abertura de Inquérito e 102 decisões baseadas na presença de elementos indiciadores ou probatórios da ocorrência de delitos penais em entidades e organismos públicos ou às quais foi confiado o exercício de funções com essa natureza”.

Segundo este relatório, há 102 comunicações judiciais “associadas à existência de elementos indiciadores e probatórios da ocorrência de crimes”, sendo que consideram principais, devido a uma maior frequência, o peculato (49 reportes), a corrupção (19 reportes) e a prevaricação (12 reportes). O relatório destaca “o peculato, que surge também associado a crimes como a falsificação de documento, a falsidade informática, o abuso de poder e a participação económica em negócio; a corrupção, que surge associada à falsificação de documento e recebimento indevido de vantagem; e ainda a prevaricação, que aparece associada ao abuso de poder e à participação económica em negócio”.

O relatório destaca ainda a Administração Central, em especial as forças e serviços de segurança que lideram a tabela de reportes, seguido de entidades com funções nas áreas da saúde e da educação. Na área da Administração Local, os “municípios e as juntas de freguesia surgem particularmente destacados”. E, no denominado grupo “Outros sob tutela pública, são de destacar o exercício de funções no âmbito da solicitadoria e agentes de execução, bem como as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSSs)”.

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