Foto por Susana Paiva

“Conversas Fictícias #46”, de Ignasi Duarte com o escritor Gonçalo M. Tavares, vai estar dia 5 de agosto, às 21h30, no Auditório do Teatro das Beiras, na Covilhã, no âmbito do Festival Y#16. Um festival de artes performativas organizado pela Quarta Parede.

O artista Ignasi Duarte interroga em cena Gonçalo M. Tavares com perguntas formuladas pelo escritor a personagens das suas obras.

Segundo informação da organização, “Conversas Fictícias é um exercício de apropriação literária cuja finalidade não é representar ou adaptar um texto à cena, mas obter um novo relato a partir da própria literatura, dos seus restos. Uma abordagem que revela a natureza do projeto como um instrumento de criação em si mesmo.”

O projecto Conversas Fictícias de Ignasi Duarte começou em 2010. O artista já colocou 43 escritores a responder em cena a perguntas que eles próprios formularam a personagens das suas obras.

Alguns desses escritores, de língua portuguesa e castelhana, foram João Gilberto Noll, Lídia Jorge, Adriana Lisboa, Valter Hugo Mãe, João Tordo, Gonçalo M. Tavares, Juan Villoro, Claudio Magris, Horacio Castellanos Moya, Ray Loriga, Héctor Abad Faciolince, Margo Glantz, Cristina Rivera Garza e Rodrigo Fresán.

Reservas de bilhetes para o espetáculo, com duração aproximada de 60 minutos, devem ser feitas através dos contactos da Quarta Parede (275 336 163/ 926 276 267 e e-mail quartaparedeartesperformativas@gmail.com).

A Quarta Parede regressou à atividade com o FestivalY#16 – festival de artes performativas, com as limitações inerentes ao Covid-19, “seguindo todas as indicações de segurança para o público e para as equipas artísticas de cada espetáculo. É com redobrada energia que retomamos o nosso trabalho, sabendo que será um processo lento até podermos voltar a não ter alguns dos limites que agora se impõem para segurança de todos.”

Em 2020, em período de pandemia, “o Festival Y#16 vai ser diferente – vamos manter as distâncias de segurança, vamos usar máscaras, vamos ter plateias reduzidas – mas, mesmo nas condições adversas que nos atingem a todos, trazemos para cada espetador a criatividade e as emoções que cada espetáculo oferece, tão necessárias nos tempos atuais.”

 

Ver também:

Festival Y 16 retoma atvidades na Covilhã

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