Em nota da Comissão Sindical do SITE-CN, os dirigentes dizem que houve grande adesão nos vários dias de greve, “atingindo em vários horários adesão superior ao expectável”. Manpowergroup acusada de tentar intimidar os trabalhadores. 

A greve decorreu de 24 a 27 de dezembro e de 31 de dezembro a 3 de janeiro para exigir respostas ao caderno reivindicativo apresentado onde se inclui o “acréscimo de despesas com o teletrabalho” e “pela integração nos quadros da EDP”, medidas indispensáveis para a “melhoria das condições de vida e de trabalho”.

Após o plenário, os trabalhadores decidiram dar novo prazo para a empresa dar resposta ao caderno reivindicativo, sob pena de reunirem novamente para decidir novas formas de luta.

Manpowergroup acusada de tentar intimidar os trabalhadores

Segundo os dirigentes sindicais, a Manpowergroup, empresa contratante apesar de apenas trabalharem para a EDP, terá tentado “impedir o direito de adesão à greve”, convocando os trabalhadores “para se apresentarem ao serviço através de mensagens e contactos telefónicos com a argumentação que os nomes deles constavam da lista com a proposta de nomes de trabalhadores adstritos aos serviços mínimos”.

A Comissão Sindical diz que o “contacto feito de forma individual”, “não demonstraram efetivamente, como necessário a apresentação daqueles trabalhadores para esse objetivo”, lembrando que em greves anteriores não houve lugar a serviços mínimos e que não “e não foi invocada durante esta Greve pela ManpowerGroup”.

Relembram que “ a função desempenhada pelos Trabalhadores do Centro de Contacto da EDP em Seia e Lisboa, trata-se de uma operação externa à EDP de serviço de atendimento telefónico” e que uma das reivindicações é “precisamente a integração destes trabalhadores nos quadros da EDP”, rebatendo que “estes trabalhadores são a voz da EDP e todos os dias prestam serviço para o cliente EDP, cumprindo os procedimentos da EDP desde 2008“.

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