Foto por La Vanguardia | Facebook

O incêndio que eclodiu em Oleiros, no distrito de Castelo Branco, no final de julho, destruiu mais de 6 mil hectares de floresta, dos quais 2.900 eram de pinheiro bravo, revelam dados do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).

Segundo o relatório do incêndio, diz a agência Lusa, citada pelo Observador, o alerta para o fogo que começou em Sardeiras de Baixo foi dado por um posto de vigia às 15H31 do dia 25 de julho. O fogo apenas entrou em fase de resolução dois dias depois, após se ter estendido aos concelhos de Proença-a-Nova e Sertã. Foi dado como extinto na manhã de 29 de julho.

O documento revela ainda que dos cerca de 2.900 hectares da mancha florestal de pinheiro bravo ardida, quase metade da área total que foi superior a seis mil hectares, cerca de 25% situa-se em terrenos públicos.

Por sua vez, naquele que é um dos maiores incêndios do ano, a área ardida de eucalipto aproxima-se dos 1.500 hectares, 110 dos quais em terrenos públicos, e área de mato e terrenos incultos que arderam ultrapassou os 1.370 hectares.

O ICNF registou ainda mais de 220 hectares de áreas agrícolas foram lavradas pelo fogo, a somar a pouco mais de 5 hectares de sobreiros e 1,4 hectares de terrenos localizados em espaço urbano.

Também no distrito de Castelo Branco, um outro incêndio de grande dimensão com início em Bogas de Baixo (Fundão) no início de agosto, devastou cerca de 600 hectares de pinheiro bravo e 130 de eucalipto.

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