No dia 14 (sexta-feira) o Bloco de Esquerda do Concelho de Viseu promove uma conferência de imprensa com o mote “Qual o papel de uma assembleia municipal?”, onde será apresentado o balanço do mandato em curso, da deputada municipal Catarina Vieira, e a apresentação pública da primeira candidata para a Assembleia Municipal de Viseu, Carolina Gomes.

Esta conferência de imprensa vem no seguimento de uma Assembleia Aberta da candidatura, que se realizou ontem (dia 12) no auditório do Solar dos Peixotos, local sede da Assembleia Municipal de Viseu. Foram debatidos os processos de participação na construção da candidatura e do seu programa. Para o Bloco de Esquerda, “a candidatura só faz sentido sendo colaborativa”.

Ativista social é a candidata do Bloco de Esquerda à Assembleia Municipal

“É considerando que a política está em todas as dimensões da vida” que Carolina Gomes “assume o compromisso de encabeçar a candidatura à Assembleia Municipal de Viseu, sem medo de denunciar e propor ‘O Que Faz Falta!’”, pode ler-se em nota no Bloco de Esquerda.

Antropóloga, com 31 anos, é redatora do Interior do Avesso desde 2020, tendo, até então, desenvolvido a sua atividade profissional numa empresa local de transporte coletivo de passageiros, “o que lhe permitiu conhecer de forma mais profunda os caminhos de Viseu. Concelho que escolheu para viver e trabalhar, tendo nascido em Coimbra.”

Em Viseu tem-se assumido como ativista social, pelo interior, pelos direitos das mulheres e pelos Direitos Humanos, nomeadamente através da participação na Plataforma Já Marchavas ou no movimento da Greve Feminista Internacional.

A candidata tem também colaborado na organização de iniciativas culturais promovidas pelo Bloco de Esquerda, como a Sementeira e o Desobedoc. Além de já ter participado em recitais de poesia e conferências promovidas por outras entidades e de já ter publicado um livro de poesia (“Tudo e Nada”).

É aderente do Bloco de Esquerda, onde integra as Comissões Coordenadoras Distrital e Concelhia de Viseu e a Mesa Nacional, “dedica-se à militância política impelida por uma necessidade urgente de ativamente defender uma sociedade mais justa e coesa, que respeite os animais, o ambiente, a cultura, o património, a diversidade humana, quem é socialmente mais frágil e quem trabalha.”

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