Quintanilha Rock regressa com programa itinerante

Quintanilha Rock
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Foto por Quintanilha Rock | Facebook
O Quintanilha Rock comemora 20 anos, sendo um dos mais antigos festivais de verão do nordeste transmontano. Os concertos regressam à aldeia do concelho de Bragança sem ajuntamentos e com uma cartaz itinerante que inclui diversas manifestações artísticas.

Segundo notícia da Lusa, a associação que organiza o festival, a ArtiColado, perante as restrições sanitárias impostas pela covid-19, decidiu assinalar as duas décadas do evento em moldes diferentes do habitual.

Assim, ao contrário dos concertos e enchentes de anos anteriores à pandemia na praia do Colado, junto ao rio Maçãs, e dos convívios na aldeia, o festival regressa com um programa dinâmico entre julho e dezembro.

“De julho a dezembro de 2021, a ArtiColado irá propor um programa dinâmico e itinerante que inclui concertos, instalações, ‘showcookings’, performances, ‘workshops’, conversas, exposições e ‘walks’, cumprindo sempre, de forma responsável, todas as normas e regras sanitárias que vigorem a cada momento e em cada lugar”, revelou a organização.

Leonor Afonso, programadora do Quintanilha Rock, explica à Lusa que “na celebração das duas décadas do Quintanilha Rock cabem imensas memórias, diferentes expressões artísticas e múltiplos lugares, de Quintanilha a Bragança, de Zamora ao Porto”. “Vamos ao encontro de todos os que fizeram parte desta odisseia”, adiantou.

O presidente da associação ArtiColado, Filipe Afonso, destaca que a organização do festival deve um agradecimento à aldeia de Quintanilha, no concelho de Bragança, que os acolhe e a todos que escreveram ao longo destas duas décadas a história do festival.

Agradecimento que se concretiza no programa pensado para os próximos meses e que conta com “o apoio da Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) e de algumas entidades privadas locais”.

“A organização do Quintanilha Rock espera conseguir levar avante um programa que prioriza o diálogo e a reflexão, a prática e a produção artística do sítio onde escolhemos viver e onde queremos deixar uma marca”, diz ainda Filipe Afonso à Lusa.

 

“A cultura é essencial para conseguirmos manter e preservar alguns valores da humanidade”

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