Foto de Museu Nacional Liberdade e Resistência | Facebook

O Museu Nacional Resistência e Liberdade vai acolher uma exposição internacional intitulada “Candelabro ASM – Aristides de Sousa Mendes: o Exílio pela Vida” com o objetivo de homenagear o cônsul natural de Cabanas de Viriato. 

De acordo com a Rádio Renascença (RR), foi no dia em que se assinalaram 47 anos da libertação dos presos políticos de Peniche que foi inaugurada a exposição internacional “Candelabro ASM – Aristides de Sousa Mendes: o Exílio pela Vida” no Museu Nacional Resistência e Liberdade. 

O “candelabro”, a peça principal da exposição, foi criada pelo alemão Werner Klotz e tem 4 metros de altura em aço inoxidável, integra 13 pequenos vídeos e conta com uma instalação sonora original criada pela também alemã Almut Kunt. À volta deste candelabro nasce a história do cônsul português. 

Em entrevista à RR, Gerald de Sousa Mendes, um dos netos de Aristides, referiu ser “muito comovente para a família, porque é a primeira vez que este «candelabro» é mostrado”. 

A escultura principal foi criada, como referimos, por Klotz, que era amigo de outro neto de Aristides, Sebastian Mendes, que faleceu antes de pôr em marcha esta exposição. Devido a este facto e a vontade de Klotz de terminar a vontade de Sebastian, a exposição redobra o valor simbólico e sentimental para a família. 

“Candelabro ASM – Aristides de Sousa Mendes: o Exílio pela Vida” representa a primeira exposição internacional organizada pelo Museu Nacional de Peniche. A exposição vai ser visitável até ao final de outubro. 

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