Foto por Politécnico da Guarda | Facebook

O Voto de Louvor pelos 40 anos do Instituto Politécnico da Guarda (IPG), proposto pelo Bloco de Esquerda, foi aprovado por unanimidade na Assembleia Municipal da Guarda. Este é o primeiro louvor votado a esta instituição, que assume um papel central no desenvolvimento da região.

“Até ao momento esta Assembleia Municipal nunca votou um louvor ao IPG, hoje é mais que merecido”, disse o deputado do Bloco, Marco Loureiro. O IPG está inserido numa extensa área de baixa densidade em pleno interior do país, “influenciando e beneficiando a região onde se insere, sendo vital para o seu desenvolvimento integrado”, defendeu na Assembleia Municipal do passado dia 15.

A instituição do Ensino Superior, precisamente por se localizar numa região desfavorecida e com um tecido económico e social frágil, tornou-se fundamental à sustentabilidade destes territórios, contribuindo para manter a sua revitalização económica.

Ao longo dos últimos 40 anos, o IPG tem vindo a formar muitos jovens, e não só, da região, bem como a atrair pessoas para o concelho, combatendo assim a baixa escolaridade e a emigração. “O IPG assume um papel central no desenvolvimento da região e na redução de assimetrias regionais, fundamentalmente pelo número adicional de empregos que gera e pelo acréscimo de rendimento proporcionado.”

O louvor proposto pelo Bloco de Esquerda, considera que “tanto o concelho da Guarda, como o de Seia e as regiões envolventes devem muito ao impacto da capacidade de atração de docentes e discentes para esta instituição, bem como de toda a atratividade periférica às atividades deste instituto.”

Foi nesse sentido que o Grupo Municipal do Bloco de Esquerda propôs à Assembleia Municipal da Guarda um voto de louvor pelo papel imprescindível do IPG na região, felicitar a instituição pelos seus 40 anos e ainda enviá-lo ao Presidente do Politécnico, ao Conselho Geral, às Direções das quatro escolas orgânicas do IPG, à Secretaria de Estado da Ciência e Ensino Superior e aos Grupos Parlamentares na Assembleia da República.

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