O Bloco de Esquerda entregou hoje, no Tribunal Civil, as listas da candidatura à Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Assembleia de Freguesia de Vila Real. 

Luís Santos, que encabeça a lista à Câmara Municipal de Vila Real, considera que a candidatura irá trazer “ideias novas, fazer política de forma séria e estar ao dispor dos vilarealenses para trabalhar.”

“Vila Real precisa de uma mudança e o Bloco de Esquerda está cá para concretizar essa mudança”, destaca, enumerando algumas áreas para as quais a candidatura apresenta propostas: apoio à ruralidade, habitação, apoio aos mais desfavorecidos, apoio à cultura, mudança de paradigma nos transportes, no desporto e na juventude. 

Apesar de não ter representação nos órgãos autárquicos, Luís Santos sublinha que “o Bloco tem estado bem presente na vida política vilarealense, tem feito política, mas de facto é necessário ter outro tipo de intervenção a nível dos órgãos autárquicos […] Faz falta uma voz do Bloco nos órgãos autárquicos”.

Catarina Peniche, cabeça de lista à Assembleia Municipal, entende que se espera “uma mudança muito significativa, nós somos mesmo a voz que falta! Estamos conscientes de que realmente vamos, e conseguiremos, fazer a diferença”, nesse sentido, um dos objetivo eleitorais da candidatura entregue hoje é a recuperação da representação na Assembleia Municipal de Vila Real.

“O Bloco de Esquerda, não esquecemos, é a terceira força nacional, evidentemente os resultados em Vila Real também não têm sido maus resultados, mas esperamos efetivamente que nestas autárquicas haja um ponto de viragem a nosso favor”, acrescentou Catarina Peniche.

A candidata adiantou ainda que as bandeiras da candidatura são resultado de um trabalho de continuidade, englobando as questões sociais, as questões de mobilidade, a inclusão, garantindo mais apoio a quem necessita, com sensibilidade para os efeitos da pandemia, que fragilizou quem já estava em situações preocupantes.

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