Por pedido do Bloco de Esquerda, foi ouvido na Assembleia da República esta quarta-feira, o Instituto de Mobilidade e dos Transportes para debate e avaliação do PART (Programa de Apoio à Redução Tarifária) no ano de 2019. Isabel Pires, deputada do Bloco, afirma que é necessário perceber-se, sob o ponto de vista do IMT, “de que forma pode e deve ser alterado o PART e o seu funcionamento por forma a estar mais em consonância com as realidades existentes.”

Em declarações ao Interior do Avesso, a Deputada refere que “há uma questão que tem sido muito debatida e é, do nosso ponto de vista fundamental: as diferenças óbvias entre Comunidades Intermunicipais e Áreas Metropolitanas, seja na capacidade já existente de oferta, seja na própria distribuição de verbas.”

Isabel Pires considera que existem diferenças territoriais e necessidades muito diferentes, considerando que “já passou o ano de 2020 e algumas das dificuldades encontradas por causa dessas diferenças mantêm-se, do que conseguimos perceber.”

Para a deputada, é importante perceber-se, sob o ponto de vista do IMT, “de que forma pode e deve ser alterado o PART e o seu funcionamento por forma a estar mais em consonância com as realidades existentes.” 

Deixou ainda algumas questões sobre a forma como o PART podia ser alterado. Se alterando os critérios de elegibilidade, ou alterando “valores para cada CIM e AM, mais de acordo com as realidades recentes e os números mais atuais” ou sobre “como interligar melhor o papel do PART na redução tarifária e do PROTransP na criação de oferta”.

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