A plataforma que luta pela abolição das taxas de circulação na A23 e na A25 escreveu às 21 câmaras municipais dos distritos da Guarda e de Castelo Branco e contactou todos os grupos parlamentares apelando à exigência da aplicação do desconto de 50% nas portagens das ex-SCUT já aprovado na Assembleia da República.

Conforme adianta a Rádio Altitude, o objetivo é sensibilizar as câmaras e os grupos parlamentares para os riscos de um eventual pedido por parte do Governo da inconstitucionalidade da decisão já tomada no Parlamento.

No final de 2020, a Assembleia da República aprovou a redução de 50% nas portagens.A Plataforma P’la Reposição das SCUTS A23 e A25 tem como certo que a partir de 1 de Julho haverá uma redução de 50% das portagens, tal como foi aprovado por altura da votação do Orçamento do Estado para 2021, mas as declarações contraditórias da ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, levantam reservas aos dirigentes do movimento.

“Não podemos passar indiferentes, não podemos passar por cima, daquilo que têm sido as declarações da senhora Ministra da Coesão dizendo que está em análise por parte do gabinete do Primeiro Ministro a possibilidade de solicitar um parecer sobre a constitucionalidade da decisão da Assembleia da República”, explicou Luís Garra do movimento cívico à rádio Altitude.

Fazem parte da Plataforma P’la Reposição das SCUT (sem custos para o utilizador), na A23 e A25, a Associação Empresarial da Beira Baixa, a União de Sindicatos de Castelo Branco, a Comissão de Utentes Contra as Portagens na A23, o Movimento de Empresários pela Subsistência pelo Interior, a Associação Empresarial da Região da Guarda, a Comissão de Utentes da A25 e a União de Sindicatos da Guarda.

 

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