Dossier Águas do Planalto

Ao longo dos próximos dias o Interior do Avesso vai publicar um dossier com oito artigos referentes à história da Águas do Planalto, a empresa concessionária do serviço de abastecimento de água nos concelhos de Tondela, Mortágua, Santa Comba Dão, Carregal do Sal e Tábua, e que cobra dos preços da água mais caros do país. 

Ao longo dos próximos dias o Interior do Avesso vai publicar um dossier com oito artigos referentes à história da Águas do Planalto, a empresa concessionária do serviço de abastecimento de água nos concelhos de Tondela, Mortágua, Santa Comba Dão, Carregal do Sal e Tábua, e que cobra dos preços da água mais caros do país. 

No primeiro artigo, conta-se o porquê da concessão realizada em 1997 e damos a conhecer um pouco do grupo AQUAPOR, o gigante do abastecimento de água, entre outros serviços, em Portugal. 

O polémico aditamento ao contrato de concessão de 2007 vai ser o motivo do segundo artigo do dossier. Um aditamento que não teve o visto do Tribunal de Contas nem do IRAR, tal como não foi debatido em nenhuma Câmara Municipal nem Assembleia Municipal. 

Os lucros da Águas do Planalto e o contrato leonino que obriga a Associação de Municípios da Região do Planalto Beirão a garantir o equilíbrio económico-financeiro do negócio é o tema do terceiro artigo do dossier. 

O quarto artigo do dossier é referente ao maravilhoso trabalho do MUAP – Movimento de Utentes da Águas do Planalto e todas as vitórias que conseguiram enquanto estiveram em atividade. 

O Grupo Saur, o novo proprietário da AQUAPOR, vai ser descrito no quinto artigo do dossier, tal como as práticas abusivas da Águas do Planalto ao longo dos anos. 

Durante anos, a administração da Associação de Municípios da Região do Planalto Beirão, constituída pelos autarcas, esteve envolvida em práticas fraudulentas denunciadas posteriormente pelo MUAP. O sexto artigo é sobre esta fraude que nos deveria envergonhar a todos. 

A partir de 2017, as promessas feitas pelos autarcas para a redução do preço da água foram-se sucedendo de forma extraordinária, até uma renegociação do contrato de concessão foi anunciada. O não cumprimento destas promessas e a falta de transparência neste processo de diálogo é o tema do sétimo e penúltimo artigo do dossier. 

O último artigo do dossier salienta o trabalho desenvolvido pelo Bloco de Esquerda desde 2017 a esta data.

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