19 de outubro (segunda-feira) será o primeiro dia no Distrito de Castelo Branco de recolha de assinaturas da candidatura da Marisa Matias à Presidência da República. Haverá recolhas nas cidades de Castelo Branco, Fundão e Covilhã.

Segundo nota da Comissão Coordenadora Distrital de Castelo Branco, o pontapé de saída, que ocorrerá no mesmo dia noutros locais do país, será dado com a presença de dirigentes distritais do Bloco de Esquerda, assim como dos deputados municipais do Fundão e de Castelo Branco, nos seguintes locais e horários: 

  • Mercado Municipal de Castelo Branco às 9:30h 

  • Mercado Municipal do Fundão às 10:30h

  • Pelourinho da Covilhã (centro da cidade) às 14:30h

“O processo de recolha vai cumprir todas as medidas sanitárias derivadas da pandemia da covid-19 onde será dispensada uma caneta a cada proponente e higienizado todos os materiais utilizados depois de cada assinatura, nomeadamente a prancheta”, esclarece a nota.

A Comissão Coordenadora Distrital salienta ainda que “a campanha, no distrito de Castelo Branco, tem pensado recorrer vários concelhos nos meses de outubro e novembro, mas a qualquer momento a atividade pode ser cancelada devido a evolução da pandemia da covid-19. “

O Bloco de Castelo Branco relembra algumas ideias apresentadas pela Marisa Matias em Lisboa: “sou candidata frente a frente com Marcelo Rebelo de Sousa. Marcelo quer um regime político assente em mais do mesmo, eu quero um regime que responda à pandemia social e acabe com os privilégios; ele aceitou um regime financeiro que se foi esvaindo em privatizações e negócios, eu quero uma banca pública de confiança; ele quer um sistema de saúde concedido em parte a hospitais privados, eu quero um Serviço Nacional de Saúde de qualidade para todos”.

Marisa Matias disse também que vai à luta pelas suas ideias, “ao lado de quem não desiste” do país. “Portugal precisa de uma política socialista, porque é o pleno emprego, o fim da precariedade e o respeito pelo salário e pela pensão, é essa política que nos deve guiar nos meses mais difíceis do nosso século, o tempo de uma crise que ainda se vai agravar e que, no dia das eleições, ainda estará a fazer vítimas”.

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