A Catarse / Movimento Social associou-se ao movimento Bears on Motorbykes para assinalar o mês da Celebração do Orgulho LGBTQIA+. A iniciativa decorreu ontem no Parque Corgo de Vila Real.

Segundo Pedro Guedes de Oliveira, da Catarse, quiseram acolher esta iniciativa dos Bears on Motobykes “porque achamos que todas as celebrações da comunidade LGBT+ são importantes, ainda para mais numa cidade como Vila Real”. Depois da IV Marcha Pelos Direitos LGBT+ de Vila Real se ter realizado em formato online, no dia 23 de maio, “obviamente que esta luta de rua é muito importante para nós”, particularmente quando esta semana tivemos dois eventos “que marcaram muito a luta LGBT”, lembra, “em primeiro lugar a RTP2 cancelou a emissão de um episódio da série Destemidas, uma série infanto juvenil, que falava de uma mulher, a Thérèse, a emancipar-se” e “o segundo evento é a marcha promovida por partidos neofascistas o que faz com que a nossa luta seja uma luta precisa diariamente”.

Ana Silva, dos Bears on Motorbykes, explica que a iniciativa que irá decorrer até dia 30 “consiste em dar um pouco de visibilidade às marchas que este ano não se puderam fazer e que se realizavam um pouco por todo o país. É um evento que não se pode comparar sequer à dimensão das marchas, mas é uma forma de mostrarmos que o Mês do Orgulho existe e que é preciso lembrar às pessoas porque é que se fazem as Marchas e porque é que continuamos a ter que lutar pelos direitos das pessoas LGBTI”, “temos ali uma faixa que diz tudo […] com respeito, educação e informação acaba-se com muita discriminação.”

Também este presente Eulália Almeida da AMPLOS, que foi convidada pelos motards para ir a Vila Real “mostrar mais uma vez que esta mãe de coração aberto, a mãe arco-íris, gosta muito de estar no meio de vós para vos dar todo o amor e carinho que vocês precisam. E muito amor! Porque vocês LGBTI são as pessoas que mais amor precisam e muitas vezes esse amor não é dado em casa é dado fora de casa e uma das minhas funções como mãe AMPLOS é estar sempre do vosso lado, fazer como que vocês sejam aceites pela sociedade e cada um de vós tenha a mesma cidadania que eu tenho que sou uma heterosexual.”

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