Foto por Racab Castelo Branco | Facebook

O empresário Filipe Lourenço, de Castelo Branco, que estava retido em Marrocos desde 17 de março, devido à pandemia de Covid-19, finalmente regressou a casa na passada esta sexta-feira, dia 5.

O regresso foi possível devido a uma operação diplomática entre a Embaixada de Portugal e a Embaixada de Espanha em Marrocos. A empresa de que Luís Lourenço é administrador emitiu um comunicado a agradecer “a toda a comunicação social, que teve um papel preponderante, tendo sido o veículo mais importante para este desfecho feliz”.

O Interior do Avesso falou com Filipe Lourenço enquanto ainda permanecia em Marrocos, pouco depois de se saber que outro albicastrense em situação semelhante já havia regressado a 22 de maio, contando com o apoio da Câmara. Apoio a que Filipe Lourenço não teve direito por, supostamente, não ter formalizado um requerimento, apesar da autarquia estar a par da situação, pois já então haviam sido feitas perguntas ao Governo e à Câmara Municipal de Castelo Branco pelo Bloco de Esquerda. Nas perguntas à autarquia, o Núcleo Concelhio do Bloco de Esquerda identificava os dois cidadãos e questionava quais os desenvolvimentos das diligências junto do governo e se as mesmas envolveriam os dois.

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