Esclarecimento, pedido pelo SNPC, sobre a omissão na regulamentação do Estado de Emergência da lotação de veículos de Sapadores Florestais, já passou pela DGS, por dois ministérios e pelo Gabinete do Primeiro Ministro, mas continua sem resposta.

“A DGS contactada pelo Sindicato, argumentou que não tinha nada a ver com essa questão. Solicitamos ao nosso gabinete jurídico a elaboração de um pedido de parecer com urgência junto da Secretária-Geral do Ministério da Administração Interna, que por sua vez enviou o pedido para o Gabinete do Primeiro-Ministro, que remeteu o mesmo para o Gabinete do Ministro da Administração Interna, que enviou para o Ministério das Infraestruturas e que se calhar ainda não estando contentes será enviado para um outro qualquer ministério ou será dada uma resposta quando a pandemia acabar”, lamenta, em comunicado, o Sindicato Nacional da Proteção Civil (SNPC).

O sindicato “manifesta o seu profundo descontentamento face a este jogo do empurra”, que atribui à fragilidade do sistema, incapaz de dar uma resposta adequada à questão levantada, salvaguardando “a saúde e segurança de todos os Sapadores Florestais”. Acusam ainda os decisores políticos de “uma grande irresponsabilidade”.

Segundo o comunicado, o SNPC continuará a aguardar um “parecer com força vinculativa”, relembrando que os Sapadores Florestais são “uma das maiores forças a atuar na prevenção de incêndios florestais em Portugal”. Rematam esperando “que a resposta a esta questão seja célere e que não venha depois da pandemia, ou até que nunca venha”.

 

 

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